» Você já ouviu a expressão carro blindado NIJ III-A ou EN B4?

Pois é, apesar destes termos serem muito comuns no mercado de veículos blindados é importante você saber o que realmente significam.  
As Normas NIJ e EN, National Institute of Justice e European Normalisation respectivamente, são normas balísticas que classificam materiais balísticos de acordo com sua capacidade de impedir uma perfuração.  
Não é correto dizer que um veículo blindado é nível III-A (NIJ) ou B4 (EN), pois estas normas não testam veículos e sim amostras dos materiais. 
Ou seja, o objeto testado balisticamente é somente uma amostra quadrada do material, seja ele vidro, aço, manta ou cerâmica. 
O correto é dizer que o veículo utiliza materiais de acordo a norma NIJ III-A ou ENB4.  
O grau de segurança da blindagem do veículo vai depender da correta instalação destes materiais, pois o veículo blindado só será seguro se o local atingido pelo projétil estiver protegido com o material balístico corretamente instalado.  
O material por si só não garante a proteção em um carro blindado.  
É preciso estar atento aos cuidados com a instalação.  
Visite a empresa que você escolheu para blindar o seu carro e pergunte sobre esses detalhes. 
Faça uma visita à fábrica da G5 e adquira credenciais para poder escolher a melhor empresa para a proteção que você pretende ter. 
Nos blindagens G5 EN-B4, os materiais compostos utilizados não oferecem proteção ao calibre .357 GEKO.

» Mas não existe uma norma para testar a instalação de Materiais Balísticos nos Veículos?

Sim, existe uma. Em maio de 1999 surgiu a primeira norma Internacional que testa a instalação dos materiais em um veículo blindado.  
O nome desta norma é BRV 1999 (Bullet Resistant Vehicles - Ano 1999). Somente a partir do surgimento desta norma foi possível comparar as proteções oferecidas nos veículos blindados.  
A G5 foi a empresa brasileira pioneira no desenvolvimento de soluções para a correta instalação dos materiais balísticos de acordo A BRV 1999.  
A partir de setembro de 1999 a G5 realizou testes e desenvolvimentos em três veículos, juntamente com o Instituto Beschussamt Ulm, o órgão alemão especializado em testar as blindagens das fábricas da Mercedes Benz e da Audi.  
Já em outubro de 2000, durante novos testes, a G5 conseguiu a aprovação em um veículo VW Golf através do Instituto alemão Beschussamt Mellrichstadt, o mesmo que testa os carros blindados de fábrica da Volkswagem AG. 
Para que o veículo seja testado de acordo a norma BRV 1999 e ofereça um alto grau de segurança é necessário que o veículo seja testado pelos técnicos dos institutos Beschussamt e não pela blindadora. 
A G5, a partir daquela homologação, passou a utilizar as técnicas e o know-how adquirido em todos os veículos que produz, o que não significa que todos os modelos oferecem a mesma proteção exigida pela Norma Alemã. 
Para tal afirmação seria preciso testar com o Instituto Beschussamt todos os modelos produzidos pela G5 o que é economicamente inviável.

» Você realmente entende de blindagem?

Hoje em dia o Cliente que consegue identificar em veículos blindados o vidro sem distorção, o acabamento de boa qualidade e ausência de barulhos e infiltração é um Cliente exigente, certo? 
 
A G5 considera este nível de exigência importante, porém parcial. 
O Cliente precisa ser informado sobre os limites de proteção que uma blindagem oferece. 
Não existe carro 100% seguro. 
Não existe célula de proteção impenetrável. 
O Cliente exigente deve desconfiar das promessas de 100% de segurança. 
O que existe são carros com elevado grau de proteção e carros com baixo grau de proteção. 
Agende uma visita com um técnico da G5, para que o mesmo possa esclarece-lo sobre esse assunto, e torne-se um Cliente exigente.

» O que acontece se três tiros atingirem o mesmo ponto no veículo?

Muitos especialistas tentam se esquivar da resposta dizendo que é pouco provável a ocorrência de três tiros no mesmo ponto. 
A probabilidade é baixa, mas se ocorrer haverá a penetração. 
Proteger áreas do veículo contra este tipo de ocorrência é tecnicamente possível e seu custo é elevado. 
Agende uma visita à Fábrica da G5 e veja como um veículo blindado pode resistir a mais de 200 tiros sem que ocorra penetrações

» Delaminação X Proteção Balística  
 
Todo vidro blindado que está em processo de delaminação irá perder parte de suas características balísticas originais nas áreas afetadas pela delaminação. 
Testes têm demonstrado que geralmente uma área em delaminação resiste bem ao impacto do primeiro projétil, perdendo significativamente capacidade de proteção nos impactos subseqüentes. 
É impossível definir até que ponto as características balísticas originais de um vidro específico foram afetados pela delaminação sem a execução de teste destrutivos. 
Todo vidro blindado laminado (independentemente de fabricante, origem, material utilizadeo etc...) irá entrar em processo de delaminação com o passar do tempo.

» Trincas nos vidros X Proteção Balística  
 
Trincas externas no vidro, causadas por impactos ou choque térmico (que quase sempre é relacionado a alguma micro trinca pré-existente provocada por pedrada ou outro agente agressor externo) não causam perda significativa da proteção balística original do vidro blindado, no entanto, a trinca externa com o passar do tempo vai acabar causando delaminação do vidro, e aí sim, as propriedades balísticas originais estarão comprometidas.  
Trincas internas (as que se consegue sentir passando o dedo na superfície interna do vidro) já contribuem consideravelmente para a queda de desempenho balístico do vidro no local afetado, especialmente se o disparo for de um calibre e velocidade perto do limite da proteção original do vidro.

 
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